Na aula do dia 03/10 a professora iniciou uma discussão a respeito da oficina de meditação, promovida pelo CEDUC-UNIFEI ocorrida naquela manhã, alguns alunos discutiram a possibilidade de tal estratégia não dar certo na prática, então a prof. Rita alertou, que devemos, pelo menos tentar inovar, será mesmo que não dá? pode ser que não! mas com outra classe? possa ser que sim! a inovação é uma das características que futuros docentes devem levar para a prática.
Após, quando Wallison e Isabela, apresentavam seu trabalho, que abordava principalmente a sala de aula invertida, surgiram algumas discussões na classe, a respeito da quantidade de dinheiro investida pelo governo em novas tecnologias nas escolas públicas, que não tiveram resultados funcionais na melhoria do processo de ensino e aprendizado.
Esse Blog foi criado visando a aprovação do Curso EDU662 - Didática, de Licenciatura em Química, sob o direcionamento da Professora Doutora Rita de Cassia Magalhães Trindade Stano. Os alunos responsáveis pelo Blog são: Gilberto Morais Vilela; José Eustáquio Silva de Barros; Maria Dara Vilas Bôas e Suellem Donizete Fernandes.
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Relações Pedagógicas
UNIVESP – TV; Em 05 de outubro de 2016.
Relações Pedagógicas:
O processo não é só o “como ensinar”, mas sim o “para o que
ensinar”, o “porque ensinar”, e não focar apenas no conteúdo, mas também nas relações
Professor – Aluno; Aluno – Aluno, para que assim possa interferir de modo significativo
e positivo no desenvolvimento psicológico do Aluno.
O processo de ensino aprendizado é sempre relacional, ou
seja, uma troca constante, pois quem ensina também aprende, e quem aprende
também ensina por isso, o professor, pode até fazer um roteiro ou plano de aula
seguindo suas concepções político pedagógicas, mas apenas durante o processo que
o docente vai poder ter exata noção de até onde ele pode ir com determinado
conteúdo programado, ou até mudar totalmente sua programação de acordo com a
atuação do aluno.
O centro é a relação, o foco não está no Aluno nem no
Professor, e tal relação é imprevisível, imponderável, e não calculável, por
isso, o docente constantemente deve procurar em seus alunos, as suas particularidades,
para tentar minimizar as dificuldades de relação e assim melhorar o processo de
ensino aprendizado.
É o professor responsável pela regência da relação do aluno
com o conhecimento, o professor coordena, mas o foco esta no aprendizado do
aluno, buscando relacionar os interesses de seus alunos com o conteúdo programático.
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
Aula 28/setembro
-----------------------------------------------------------------------------------------------Na última aula do dia 21 de setembro, a professora Rita pediu para que preparássemos uma aula de 45 minutos sobre o artigo: “Limites e possibilidades das TIC na educação” - Guilhermina Lobato Miranda, para ser lecionado no dia 28 de setembro, quarta-feira. A aula teria que ser prepara em duplas.
Maria Dara e Suellem:
PLANO DE AULA SOBRE INOVAÇÕES EM SALA DE AULA E O
USO DE NOVAS TECNOLOGIAS
Introdução
Os seres humanos têm uma tendência, que diria natural, para simplificar
a informação que recebem do meio. Criam categorias e associações de modo a
memorizar e compreender o que se passa a sua volta. Uma das associações mais
recorrentes em educação e a de juntar ensino e aprendizagem. Com razão. Porque
o objetivo de quem ensina e que o que e ensinado seja aprendido. E
reciprocamente o objetivo de quem aprende e memorizar e compreender o que e
ensinado. Ensinar e aprender são as duas faces de uma mesma moeda, embora nem sempre
em sintonia. Deveria existir uma qualquer relação entre aquilo que e ensinado e
o que e aprendido, mas está relação, como a investigação o tem mostrado, não é
linear.
Do mesmo modo se tem associado o conceito de tecnologia ao de inovação e
estes dois termos ao de melhoria nos processos de ensino e de aprendizagem. Considera-se
que a introdução de novos meios tecnológicos no ensino irá produzir efeitos positivos
na aprendizagem, porque se pensa que os novos meios irão modificar o modo como
os professores estão habituados a ensinar e os alunos a aprender. Considera-se também
que novos programas, métodos e currículos são a senha que garante uma melhor aprendizagem.
Como veremos ao longo deste artigo estas simples asserções nem sempre são
verdadeiras.
Objetivo
Despertar nos alunos a importância de inovar em sala de aula adotando as
novas tecnologias, levando-os à reflexão sobre sua utilização e disponibilidade,
considerando que cada cidadão tem o direito de usufruir destas ferramentas, bem
como, o dever de utilizá-las de maneira responsável.
Conteúdo
- A utilização de forma responsável das Tecnologias de Informação e
Comunicação – TIC;
- A importância das TIC;
- Os diversos usos das TIC no
contexto da sala-de-aula;
- A
aprendizagem relacionada a inovação utilizando a tecnologia.
Tema: Inovação e o uso Tecnológico
1ª Etapa: Leitura do artigo: “Limites e possibilidades
das TIC na educação” - Guilhermina Lobato Miranda
Tecnologia Educativa ← Psicologia da Aprendizagem
↓
Instrução
↓
Recursos e Avanços técnicos ↔ determinar e melhorar aprendizagem
Interpretar ← Aluno → Ler
↓
Diferenciar
˅
Informações
Tecnologias → Apoio aos alunos
↓
“criam novo mundos” (bem/mal)
Dificuldades → Falta de recursos e formação
↓
Professores resistentes ao modelo ↔ exige esforço, persistência e empenhamento
2ª Etapa: Apresentação do vídeo: “Tecnologia invade sala
de aula da rocinha”.
3ª Etapa: Formar equipes com quatro participantes do
mesmo curso.
Atividade 1: Utilizando a internet, os alunos deverão acessar sites de busca,
como, Google, Yahoo, uol busca e
pesquisar sobre como inovar em um conteúdo especifico de sua área de formação
utilizando tecnologias.
Atividade 2: Um aluno de cada área terá que apresentar a ideia referente a atividade
1 para a sala de aula.
Avaliação
- Observar e registrar a participação dos alunos nas etapas
individuais e coletivas do trabalho;
- Verificar o domínio progressivo dos conceitos, das noções e dos
processos;
- Examine o conjunto da produção de todas as atividades;
- Reservar um tempo para que os alunos falem livremente sobre a
experiência e para avaliar eventuais dificuldades e ganhos de
aprendizagem.
-----------------------------------------------------------------------------------------------
Eustáquio e Gilberto:
Plano de Aula
·
Objetivos
Mostrar
as características e as reais possibilidades das TIC.
·
Conteúdo
O
texto estudado será o artigo “Limites e possibilidades das TIC na educação” - Guilhermina Lobato
Miranda.
·
Procedimentos
Introdução
e reflexão ao conteúdo apresentado.
·
Recursos
Utilização de vídeos
1º vídeo: Revista Digital - Rubem Alves (educador e escritor)
Utilização de vídeos
1º vídeo: Revista Digital - Rubem Alves (educador e escritor)
Aula 21/setembro
- Na
aula do dia 21 de setembro, quarta-feira, a professora Rita distribuiu uma
folha com o seguinte exercício, para ser feito em grupo (Blog):
1- Selecione
um conteúdo específico de sua área de formação;
2- Defina
os objetivos e elabore um estuo dirigido mesclado com o uso de tecnologias
(vídeo, slides, filme, documentário, jogo, ambiente virtual, etc);
3- Estipule
o tempo de execução em classe do estudo dirigido elaborado;
4- Discorra
sobre as possibilidades e limites do uso de estudo dirigido nas disciplinas
lecionadas por você (sua área de formação).
-----------------------------------------------------------------------------------------------
- Balanço de massas em
reações químicas:
O
balanço de massa, também chamado de balanço material, é uma consequência da Lei
da Conservação das Matéria. O balanço de massas afirma que a quantidade de
todas as espécies numa solução contendo um átomo em particular (ou grupo de
átomos) precisa ser igual ao total daquele átomo (ou grupo) adicionado à
solução.
- Estudo dirigido:
O
estudo dirigido terá como proposta a utilização de um ambiente virtual (https://phet.colorado.edu/sims/html/balancing-chemical-equations/latest/balancing-chemical-equations_en.html),
que auxiliará o aluno no entendimento do conteúdo dado em sala, e na prática de
resolução de exercícios.
- Tempo de execução
O
tempo programado para a aplicação deste conteúdo será de três aulas, de
cinquenta minutos: a primeira sendo a explicação da teoria de Balanceamento de
massas nas reações químicas; a segunda aula será a utilização do ambiente
virtual; e a terceira aula contará com a aplicação de exercícios relacionados
ao conteúdo dado.
- Utilização do estudo
dirigido
O
estudo dirigido é o aprendizado
direcionado para um determinado aspecto de uma temática, que auxilia o
estudante com um roteiro especifico. Serve para ajudar a fixar melhor determinados
conceitos ou enfatizar o que se quer que o aluno aprenda. Fica
mais fácil entender e solucionar as questões dadas em sala.
- Após
a resolução do exercício, a professora Rita passou o seguinte trabalho:
1-
Faça a leitura do seguinte artigo: “Limites e
possibilidades das TIC na educação” - Guilhermina Lobato Miranda;
2-
Faça um glossário dos termos não-conhecidos e
procure o significado deles;
3-
Destaque as ideias num esquema explicativo,
articulando as ideia e argumentos;
4-
Elabore um Plano de Aula para a turma de
Didática 2016 tendo como conteúdo este artigo, utilizando o material que
preparou. Defina bem os objetivos, escolha o mais adequado procedimento didático,
considere o tempo de 45 minutos, escolha os recursos necessários e defina
formas como avaliará se os objetivos foram alcançados. Os Planos deverão ser
feitos pela dupla e serão, no dia 28 de setembro, sorteados para serem
desenvolvidos em classe.
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Aula 19/setembro
Propostas de Estudo Dirigido
- Gilberto e Maria Dara:
O Estudo Dirigido elaborado pelo professor
é um recurso que, além de facilitar o desenvolvimento da independência do
aluno, desenvolve a aquisição de novos conceitos e conhecimentos.
Após o
lançamento do conteúdo, de sua contextualização, dos exercícios de fixação, da
revisão e de outras estratégias viabilizadas pelo professor em sala de aula, a
atividade organizada e apresentada em forma de Estudo Dirigido oportuniza que o
aluno demonstre a maneira como ele aprende. Isso porque exige a atividade
direta do aluno e do professor e viabiliza o atendimento através das diferenças
individuais. Afinal, sua função é agilizar a atividade, ajudando o aluno a
aprender.
A proposta do
estudo dirigido é ler e interpretar o texto (Uso integrado de novas mídias desafiam professores e alunos a adotarem
a produção colaborativa em salas de aulas) respondendo às perguntas, após
tal procedimento, o aluno terá que pesquisar e ler situações-problema
(desafios), expressando sua interpretação, opinião e conclusão sobre o
proposto.
1 – O que é importante saber além da nova tecnologia?
2 – Qual o conceito da nova tecnologia?
3 – Quais são os benefícios da nova tecnologia?
4 – Qual a realidade da nova tecnologia dentro da sala de aula?
5 – Qual deve ser o papel do professor diante da nova tecnologia?
6 – Procure e leia situações-problemas sobre a nova tecnologia nas
escolas, e escreva um pequeno texto justificando e defendendo seu ponto de
vista.
Obs: O Estudo Dirigido pode ser realizado tanto em casa como em
sala de aula após concluída, o acompanhamento do professor é indispensável para
promover a troca de experiências no momento da correção. Este deve intervir
quando necessário, avaliando não somente o que o aluno acertou, mas também o
auxiliando no planejamento futuro. Com esse estudo dirigido o aluno será capaz
de compreender o conteúdo dado em sala, será capaz de pesquisar e colher
informações, além de aprender a se posicionar diante de um ponto de vista e
sabendo argumentar diante das situações sociais.
- Eustáquio e Suellem:
O Estudo Dirigido elaborado pelo professor
é um recurso que, além de facilitar o desenvolvimento da independência do
aluno, desenvolve a aquisição de novos conceitos e conhecimentos.
Após o
lançamento do conteúdo, de sua contextualização, dos exercícios de fixação, da
revisão e de outras estratégias viabilizadas pelo professor em sala de aula, a
atividade organizada e apresentada em forma de Estudo Dirigido oportuniza que o
aluno demonstre a maneira como ele aprende. Isso porque exige a atividade
direta do aluno e do professor e viabiliza o atendimento através das diferenças
individuais. Afinal, sua função é agilizar a atividade, ajudando o aluno a
aprender.
A proposta do
estudo dirigido é ler e interpretar o texto (Tecnologias Educacionais Inovadoras Aplicadas à Educação) respondendo
às perguntas, após tal procedimento, o aluno terá que pesquisar e ler
situações-problema (desafios), expressando sua interpretação, opinião e
conclusão sobre o proposto.
1 – Qual deve ser o papel do professor diante das tecnologias
educacionais?
2 – O educador deve estar aberto a mudanças em relação as
tecnologias educacionais?
3 – Quais são os recursos para o aprender e ensinar?
4 – O que a tecnologia permite nas escolas?
6 – Procure e leia situações-problemas sobre as tecnologias
educacionais, e escreva um pequeno texto justificando e defendendo seu ponto de
vista.
Obs: O Estudo Dirigido pode ser realizado tanto em casa como em
sala de aula após concluída, o acompanhamento do professor é indispensável para
promover a troca de experiências no momento da correção. Este deve intervir
quando necessário, avaliando não somente o que o aluno acertou, mas também o
auxiliando no planejamento futuro. Com esse estudo dirigido o aluno será capaz
de compreender o conteúdo dado em sala, será capaz de pesquisar e colher
informações, além de aprender a se posicionar diante de um ponto de vista e
sabendo argumentar diante das situações sociais.
- Na aula do dia 19/setembro, segunda-feira, foi entregue o trabalho de todas as duplas para a professora Rita, onde distribui-os aleatoriamente para a classe.
- A segunda parte do trabalho foi a resolução dos estudos dirigidos. Cada equipe resolveu o estudo dirigido de uma outra equipe, e avaliou-o segundo os critérios da professora Rita. Tudo foi entregue a professora no final da aula.
Aula 14/setembro
TECNOLOGIA EDUCACIONAL: UMA FERRAMENTA A FAVOR DO ENSINO

O termo tecnologia educacional remete ao emprego de recursos tecnológicos como ferramenta para aprimorar o ensino. É usar a tecnologia a favor da educação, promovendo mais desenvolvimento sócio-educativo e melhor acesso à informação.
O grande aparato que traz inúmeros benefícios sociais e educacionais é o computador. Incorporá-lo aos processos pedagógicos é o que podemos chamar de informática educacional. Com o computador, vem o mundo cheio de possibilidades da internet que, bem utilizada, pode facilitar demais o aprendizado de qualquer conteúdo ou matéria escolar. A internet pode levar o aluno a lugares onde, talvez, ele jamais chegaria, ou não tão rapidamente; propicia o acesso a bibliotecas internacionais, pessoas de outras culturas, outras línguas, ilustrações de mapas, países, vídeos sobre o passado e até sobre o futuro.
Essa dinâmica provoca e estimula o aluno a querer mais. O começo é de emails, chats, pesquisas básicas. Depois, com a ajuda fundamental dos professores, eles podem avançar para jogos educativos, uso de softwares educacionais, redes sociais específicas, salas de aula virtuais. Em escalas superiores, é possível falar em cursos à distância. Não falta opção quando falamos em tecnologias educacionais. Com elas, a curiosidade é aguçada e os caminhos ficam bem mais acessíveis.
Muitas cidades brasileiras, principalmente as grandes capitais, já desfrutam da Tecnologia Educacional para o Ensino Público. Porém, o avanço da tecnologia educacional no Brasil encontra ainda alguns obstáculos como falta de estrutura das escolas, dificuldade no acesso a essas novas tecnologias, e até a falta de preparo de gestores e dos próprios professores.
Para impulsionar o sistema público de ensino na busca por mais tecnologias educacionais e programas educativos de qualidade, o Ministério da Educação lançou, em 2009, um Guia de Tecnologias Educacionais, composto por informações que auxiliam na gestão educacional como um todo. A ideia é que gestores e diretores de escolas identifiquem aquelas tecnologias que possam contribuir para a melhoria da educação em suas redes de ensino.
A Associação Brasileira de Tecnologia Educacional (ABT) também atua nesta frente e tem como objetivo principal a ampliação do uso das tecnologias educacionais nos processos de ensino-aprendizagem de todo o país. Segundo a ABT, ainda há resistência por parte de alguns profissionais da educação, que temem ser substituídos pela tecnologia. Mas é preciso saber que "tecnologia é apoio e não substituta da ação". Aliar tecnologia educacional a bons professores é a solução para o ensino, tanto da rede pública, quanto da rede particular.
Artigo por Colunista Portal - Educação - quarta-feira, 2 de março de 2016.
- Na aula do dia 14/setembro, quarta-feira, foi discutido sobre Tecnologias na educação.
- No final da aula, a professora Rita entregou diferentes textos para grupos de duas pessoas.
- O trabalho continha na leitura do texto, e realizar uma proposta de estudo dirigido, para ser entregue na próxima aula.
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