quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Aula do dia 03 de outubro

Na aula do dia 03/10 a professora iniciou uma discussão a respeito da oficina de meditação, promovida pelo CEDUC-UNIFEI ocorrida naquela manhã, alguns alunos discutiram a possibilidade de tal estratégia não dar certo na prática, então a prof. Rita alertou, que devemos, pelo menos tentar inovar, será mesmo que não dá? pode ser que não! mas com outra classe? possa ser que sim! a inovação é uma das características que futuros docentes devem levar para a prática.
Após, quando Wallison e Isabela, apresentavam seu trabalho, que abordava principalmente a sala de aula invertida, surgiram algumas discussões na classe, a respeito da quantidade de dinheiro investida pelo governo em novas tecnologias nas escolas públicas, que não tiveram resultados funcionais na melhoria do processo de ensino e aprendizado.

Dia de Poesia e Música, sempre muito bom.

Relações Pedagógicas

UNIVESP – TV; Em 05 de outubro de 2016.
Relações Pedagógicas:
O processo não é só o “como ensinar”, mas sim o “para o que ensinar”, o “porque ensinar”, e não focar apenas no conteúdo, mas também nas relações Professor – Aluno; Aluno – Aluno, para que assim possa interferir de modo significativo e positivo no desenvolvimento psicológico do Aluno.
O processo de ensino aprendizado é sempre relacional, ou seja, uma troca constante, pois quem ensina também aprende, e quem aprende também ensina por isso, o professor, pode até fazer um roteiro ou plano de aula seguindo suas concepções político pedagógicas, mas apenas durante o processo que o docente vai poder ter exata noção de até onde ele pode ir com determinado conteúdo programado, ou até mudar totalmente sua programação de acordo com a atuação do aluno.
O centro é a relação, o foco não está no Aluno nem no Professor, e tal relação é imprevisível, imponderável, e não calculável, por isso, o docente constantemente deve procurar em seus alunos, as suas particularidades, para tentar minimizar as dificuldades de relação e assim melhorar o processo de ensino aprendizado.

É o professor responsável pela regência da relação do aluno com o conhecimento, o professor coordena, mas o foco esta no aprendizado do aluno, buscando relacionar os interesses de seus alunos com o conteúdo programático.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Aula 28/setembro

Na última aula do dia 21 de setembro, a professora Rita pediu para que preparássemos uma aula de 45 minutos sobre o artigo: “Limites e possibilidades das TIC na educação” - Guilhermina Lobato Miranda, para ser lecionado no dia 28 de setembro, quarta-feira. A aula teria que ser prepara em duplas.
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Maria Dara e Suellem:


PLANO DE AULA SOBRE INOVAÇÕES EM SALA DE AULA E O USO DE NOVAS TECNOLOGIAS

Introdução

Os seres humanos têm uma tendência, que diria natural, para simplificar a informação que recebem do meio. Criam categorias e associações de modo a memorizar e compreender o que se passa a sua volta. Uma das associações mais recorrentes em educação e a de juntar ensino e aprendizagem. Com razão. Porque o objetivo de quem ensina e que o que e ensinado seja aprendido. E reciprocamente o objetivo de quem aprende e memorizar e compreender o que e ensinado. Ensinar e aprender são as duas faces de uma mesma moeda, embora nem sempre em sintonia. Deveria existir uma qualquer relação entre aquilo que e ensinado e o que e aprendido, mas está relação, como a investigação o tem mostrado, não é linear.
Do mesmo modo se tem associado o conceito de tecnologia ao de inovação e estes dois termos ao de melhoria nos processos de ensino e de aprendizagem. Considera-se que a introdução de novos meios tecnológicos no ensino irá produzir efeitos positivos na aprendizagem, porque se pensa que os novos meios irão modificar o modo como os professores estão habituados a ensinar e os alunos a aprender. Considera-se também que novos programas, métodos e currículos são a senha que garante uma melhor aprendizagem. Como veremos ao longo deste artigo estas simples asserções nem sempre são verdadeiras.

Objetivo

Despertar nos alunos a importância de inovar em sala de aula adotando as novas tecnologias, levando-os à reflexão sobre sua utilização e disponibilidade, considerando que cada cidadão tem o direito de usufruir destas ferramentas, bem como, o dever de utilizá-las de maneira responsável.

Conteúdo

  • A utilização de forma responsável das Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC;
  • A importância das TIC;
  • Os diversos usos das TIC no contexto da sala-de-aula;
  • A aprendizagem relacionada a inovação utilizando a tecnologia.

Tema: Inovação e o uso Tecnológico

1ª Etapa: Leitura do artigo: “Limites e possibilidades das TIC na educação” - Guilhermina Lobato Miranda

Tecnologia Educativa        ←       Psicologia da Aprendizagem
      Instrução
        ↓
Recursos e Avanços técnicos  ↔  determinar e melhorar  aprendizagem



   Interpretar    ←   Aluno      →      Ler
          ↓
     Diferenciar
           ˅
   Informações



Tecnologias  →    Apoio aos alunos
         ↓
“criam novo mundos” (bem/mal)



Dificuldades   →    Falta de recursos e formação
        ↓

Professores resistentes ao modelo    ↔    exige esforço, persistência e empenhamento


2ª Etapa: Apresentação do vídeo: “Tecnologia invade sala de aula da rocinha”.



3ª Etapa: Formar equipes com quatro participantes do mesmo curso.

Atividade 1: Utilizando a internet, os alunos deverão acessar sites de busca, como, GoogleYahoouol busca e pesquisar sobre como inovar em um conteúdo especifico de sua área de formação utilizando tecnologias.

Atividade 2: Um aluno de cada área terá que apresentar a ideia referente a atividade 1 para a sala de aula.

Avaliação

  • Observar e registrar a participação dos alunos nas etapas individuais e coletivas do trabalho;

  • Verificar o domínio progressivo dos conceitos, das noções e dos processos;

  • Examine o conjunto da produção de todas as atividades;

  • Reservar um tempo para que os alunos falem livremente sobre a experiência e para avaliar eventuais dificuldades e ganhos de aprendizagem.


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Eustáquio e Gilberto:

Plano de Aula
·        Objetivos
         Mostrar as características e as reais possibilidades das TIC.

·        Conteúdo
         O texto estudado será o artigo “Limites e possibilidades das TIC na educação” - Guilhermina Lobato Miranda.

·        Procedimentos
         Introdução e reflexão ao conteúdo apresentado.

·        Recursos
    Utilização de vídeos 

1º vídeo: Revista Digital - Rubem Alves (educador e escritor)






Aula 21/setembro

  • Na aula do dia 21 de setembro, quarta-feira, a professora Rita distribuiu uma folha com o seguinte exercício, para ser feito em grupo (Blog):

1- Selecione um conteúdo específico de sua área de formação;
2- Defina os objetivos e elabore um estuo dirigido mesclado com o uso de tecnologias (vídeo, slides, filme, documentário, jogo, ambiente virtual, etc);
3- Estipule o tempo de execução em classe do estudo dirigido elaborado;
4- Discorra sobre as possibilidades e limites do uso de estudo dirigido nas disciplinas lecionadas por você (sua área de formação).

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  1. Balanço de massas em reações químicas:
O balanço de massa, também chamado de balanço material, é uma consequência da Lei da Conservação das Matéria. O balanço de massas afirma que a quantidade de todas as espécies numa solução contendo um átomo em particular (ou grupo de átomos) precisa ser igual ao total daquele átomo (ou grupo) adicionado à solução.

  1. Estudo dirigido:
O estudo dirigido terá como proposta a utilização de um ambiente virtual (https://phet.colorado.edu/sims/html/balancing-chemical-equations/latest/balancing-chemical-equations_en.html), que auxiliará o aluno no entendimento do conteúdo dado em sala, e na prática de resolução de exercícios.

  1. Tempo de execução
O tempo programado para a aplicação deste conteúdo será de três aulas, de cinquenta minutos: a primeira sendo a explicação da teoria de Balanceamento de massas nas reações químicas; a segunda aula será a utilização do ambiente virtual; e a terceira aula contará com a aplicação de exercícios relacionados ao conteúdo dado.

  1. Utilização do estudo dirigido
O estudo dirigido é o aprendizado direcionado para um determinado aspecto de uma temática, que auxilia o estudante com um roteiro especifico. Serve para ajudar a fixar melhor determinados conceitos ou enfatizar o que se quer que o aluno aprenda. Fica mais fácil entender e solucionar as questões dadas em sala.


  • Após a resolução do exercício, a professora Rita passou o seguinte trabalho:

1-    Faça a leitura do seguinte artigo: “Limites e possibilidades das TIC na educação” - Guilhermina Lobato Miranda;

2-    Faça um glossário dos termos não-conhecidos e procure o significado deles;

3-    Destaque as ideias num esquema explicativo, articulando as ideia e argumentos;


4-    Elabore um Plano de Aula para a turma de Didática 2016 tendo como conteúdo este artigo, utilizando o material que preparou. Defina bem os objetivos, escolha o mais adequado procedimento didático, considere o tempo de 45 minutos, escolha os recursos necessários e defina formas como avaliará se os objetivos foram alcançados. Os Planos deverão ser feitos pela dupla e serão, no dia 28 de setembro, sorteados para serem desenvolvidos em classe.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Aula 19/setembro

Propostas de Estudo Dirigido 




  • Gilberto e Maria Dara:


O Estudo Dirigido elaborado pelo professor é um recurso que, além de facilitar o desenvolvimento da independência do aluno, desenvolve a aquisição de novos conceitos e conhecimentos.

Após o lançamento do conteúdo, de sua contextualização, dos exercícios de fixação, da revisão e de outras estratégias viabilizadas pelo professor em sala de aula, a atividade organizada e apresentada em forma de Estudo Dirigido oportuniza que o aluno demonstre a maneira como ele aprende. Isso porque exige a atividade direta do aluno e do professor e viabiliza o atendimento através das diferenças individuais. Afinal, sua função é agilizar a atividade, ajudando o aluno a aprender.
A proposta do estudo dirigido é ler e interpretar o texto (Uso integrado de novas mídias desafiam professores e alunos a adotarem a produção colaborativa em salas de aulas) respondendo às perguntas, após tal procedimento, o aluno terá que pesquisar e ler situações-problema (desafios), expressando sua interpretação, opinião e conclusão sobre o proposto.

1 – O que é importante saber além da nova tecnologia?

2 – Qual o conceito da nova tecnologia?

3 – Quais são os benefícios da nova tecnologia?

4 – Qual a realidade da nova tecnologia dentro da sala de aula?

5 – Qual deve ser o papel do professor diante da nova tecnologia?

6 – Procure e leia situações-problemas sobre a nova tecnologia nas escolas, e escreva um pequeno texto justificando e defendendo seu ponto de vista.

Obs: O Estudo Dirigido pode ser realizado tanto em casa como em sala de aula após concluída, o acompanhamento do professor é indispensável para promover a troca de experiências no momento da correção. Este deve intervir quando necessário, avaliando não somente o que o aluno acertou, mas também o auxiliando no planejamento futuro. Com esse estudo dirigido o aluno será capaz de compreender o conteúdo dado em sala, será capaz de pesquisar e colher informações, além de aprender a se posicionar diante de um ponto de vista e sabendo argumentar diante das situações sociais. 


  • Eustáquio e Suellem:

O Estudo Dirigido elaborado pelo professor é um recurso que, além de facilitar o desenvolvimento da independência do aluno, desenvolve a aquisição de novos conceitos e conhecimentos.

Após o lançamento do conteúdo, de sua contextualização, dos exercícios de fixação, da revisão e de outras estratégias viabilizadas pelo professor em sala de aula, a atividade organizada e apresentada em forma de Estudo Dirigido oportuniza que o aluno demonstre a maneira como ele aprende. Isso porque exige a atividade direta do aluno e do professor e viabiliza o atendimento através das diferenças individuais. Afinal, sua função é agilizar a atividade, ajudando o aluno a aprender.
A proposta do estudo dirigido é ler e interpretar o texto (Tecnologias Educacionais Inovadoras Aplicadas à Educação) respondendo às perguntas, após tal procedimento, o aluno terá que pesquisar e ler situações-problema (desafios), expressando sua interpretação, opinião e conclusão sobre o proposto.

1 – Qual deve ser o papel do professor diante das tecnologias educacionais?

2 – O educador deve estar aberto a mudanças em relação as tecnologias educacionais?

3 – Quais são os recursos para o aprender e ensinar?

4 – O que a tecnologia permite nas escolas?

6 – Procure e leia situações-problemas sobre as tecnologias educacionais, e escreva um pequeno texto justificando e defendendo seu ponto de vista.

Obs: O Estudo Dirigido pode ser realizado tanto em casa como em sala de aula após concluída, o acompanhamento do professor é indispensável para promover a troca de experiências no momento da correção. Este deve intervir quando necessário, avaliando não somente o que o aluno acertou, mas também o auxiliando no planejamento futuro. Com esse estudo dirigido o aluno será capaz de compreender o conteúdo dado em sala, será capaz de pesquisar e colher informações, além de aprender a se posicionar diante de um ponto de vista e sabendo argumentar diante das situações sociais. 



  • Na aula do dia 19/setembro, segunda-feira, foi entregue o trabalho de todas as duplas para a professora Rita, onde distribui-os  aleatoriamente para a classe.
  • A segunda parte do trabalho foi a resolução dos estudos dirigidos. Cada equipe resolveu o estudo dirigido de uma outra equipe, e avaliou-o segundo os critérios da professora Rita. Tudo foi entregue a professora no final da aula. 

Aula 14/setembro

TECNOLOGIA EDUCACIONAL: UMA FERRAMENTA A FAVOR DO ENSINO


Tecnologia Educacional: uma ferramenta a favor do ensino
O termo tecnologia educacional remete ao emprego de recursos tecnológicos como ferramenta para aprimorar o ensino. É usar a tecnologia a favor da educação, promovendo mais desenvolvimento sócio-educativo e melhor acesso à informação.

Informática educacional

O grande aparato que traz inúmeros benefícios sociais e educacionais é o computador. Incorporá-lo aos processos pedagógicos é o que podemos chamar de informática educacional. Com o computador, vem o mundo cheio de possibilidades da internet que, bem utilizada, pode facilitar demais o aprendizado de qualquer conteúdo ou matéria escolar. A internet pode levar o aluno a lugares onde, talvez, ele jamais chegaria, ou não tão rapidamente; propicia o acesso a bibliotecas internacionais, pessoas de outras culturas, outras línguas, ilustrações de mapas, países, vídeos sobre o passado e até sobre o futuro.
Essa dinâmica provoca e estimula o aluno a querer mais. O começo é de emails, chats, pesquisas básicas. Depois, com a ajuda fundamental dos professores, eles podem avançar para jogos educativos, uso de softwares educacionais, redes sociais específicas, salas de aula virtuais. Em escalas superiores, é possível falar em cursos à distância. Não falta opção quando falamos em tecnologias educacionais. Com elas, a curiosidade é aguçada e os caminhos ficam bem mais acessíveis.

Tecnologia educacional no Brasil

Muitas cidades brasileiras, principalmente as grandes capitais, já desfrutam da Tecnologia Educacional para o Ensino Público. Porém, o avanço da tecnologia educacional no Brasil encontra ainda alguns obstáculos como falta de estrutura das escolas, dificuldade no acesso a essas novas tecnologias, e até a falta de preparo de gestores e dos próprios professores.

Programas educativos

Para impulsionar o sistema público de ensino na busca por mais tecnologias educacionais e programas educativos de qualidade, o Ministério da Educação lançou, em 2009, um Guia de Tecnologias Educacionais, composto por informações que auxiliam na gestão educacional como um todo. A ideia é que gestores e diretores de escolas identifiquem aquelas tecnologias que possam contribuir para a melhoria da educação em suas redes de ensino.

Tecnologias educacionais

A Associação Brasileira de Tecnologia Educacional (ABT) também atua nesta frente e tem como objetivo principal a ampliação do uso das tecnologias educacionais nos processos de ensino-aprendizagem de todo o país. Segundo a ABT, ainda há resistência por parte de alguns profissionais da educação, que temem ser substituídos pela tecnologia. Mas é preciso saber que "tecnologia é apoio e não substituta da ação". Aliar tecnologia educacional a bons professores é a solução para o ensino, tanto da rede pública, quanto da rede particular.
Artigo por Colunista Portal - Educação - quarta-feira, 2 de março de 2016.



  • Na aula do dia 14/setembro, quarta-feira, foi discutido sobre Tecnologias na educação.
  • No final da aula, a professora Rita entregou diferentes textos para grupos de duas pessoas.
  • O trabalho continha na leitura do texto, e realizar uma proposta de estudo dirigido, para ser entregue na próxima aula.